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Perguntas Frequentes



1.1   Receita Bruta por negócio

 

1.1.1   Qual a Receita Operacional Líquida da Cemig nos últimos três exercícios sociais, por tipo de geração e demais atividades?

 

Segmento Operacional 2010 2011 2012
Receita
(R$ milhões)*
Participação
na Receita (%)
Receita
(R$ milhões)*
Participação
na Receita (%)
Receita
(R$ milhões)*
Participação
na Receita (%)
Cemig 0,432 0,0 0,347 0,0 0,334 0,0
Distribuição de Energia 9.184,287 66,3 10.548,216 66,98 11.721,547 63,50
Geração de Energia 3.310,758 23,9 3.782,538 24,02 4.556,378 24,68
Transmissão de Energia 1.128,917 8,2 1.290,026 8,19 1.680,311 9,10
Gás, Telecomunicações e Outros 737,424 5,3 632,789 4,02 1.055,367 5,72
(Eliminações) (514,884) (3,7) (505,200) (3,21) (553,562) (3,00)
Cemig
(Consolidado)
13.846,934 100,0 15.748,716 100,0 18.460,375 100,0

* Reclassificado.




 

1.2   Reajustes

 

1.2.1   Na apresentação que aborda o reajuste tarifário de 2006, consta que a parcela   referente ao CVA não representa fluxo de caixa para a companhia. Gostaria de entendero motivo, já que a CVA cobre custos operacionais do ano anterior e, por conseguinte, já liquidados.

A CVA do ano corrente só é contabilizada como despesa no momento que se integraliza a receita, antes disso é provisionada como um direito e não vai a resultado.



 

1.2.2   Dentro do reajuste anual da Cemig Distribuição, de abril de 2012, qual foi o reajuste médio da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD)?

O reajuste médio da TUSD em abril de 2012 foi de 5,24%, com impacto médio geral ao consumidor cativo de 3,85%. Já em abril de 2013, o reajuste foi de 2,99%, com um impacto de -4,83%.



 

1.3   Proventos

1.3.1   Existe no estatuto social alguma deliberação quanto à distribuição diferenciada dos dividendos entre os acionistas preferenciais e os ordinários?

O Estatuto da Cemig estabelece nos Artigos 5º, 7º, 28º, 29º, 30º e 31º a política de dividendos da empresa.

O Artigo 5º do Estatuto, estabelece que as ações preferenciais gozarão de preferência na hipótese de reembolso de ações e terão um dividendo mínimo anual igual ao maior dos seguintes valores:

  • 10% (dez por cento) calculado sobre seu valor nominal
  • 3% (três por cento) do valor do patrimônio líquido das ações.

O Artigo 7º do Estatuto, estabelece que nos exercícios em que a Companhia não obtiver lucros suficientes para pagar dividendos a seus acionistas, o Estado de Minas Gerais assegurará às ações do Capital da Companhia emitidas até 5 de agosto de 2004 de propriedade de particular, um dividendo mínimo de 6% (seis por cento) ao ano, nos termos do artigo 9º da lei Estadual nº 828, de 14 de dezembro de 1951, e da lei Estadual nº 15290, de 4 de agosto de 2004.

O Artigo 28º do Estatuto, estabelece que do lucro líquido apurado em cada exercício social será destinado 50% para distribuir como dividendo obrigatório, aos acionistas da Companhia, observadas as demais disposições do presente Estatuto e a legislação aplicável.

O Artigo 29º do Estatuto, estabelece que os dividendos serão distribuídos obedecida a ordem abaixo:

  • O dividendo anual mínimo assegurado às ações preferenciais
  • O dividendo às ações ordinárias, até um percentual igual aquele assegurado às ações preferenciais.

Parágrafo único – A Assembléia Geral poderá destinar aos acionistas dividendo adicional ao previsto nas letras “a” e “b” supra, neste caso, as ações preferenciais concorrerão em igualdade com as ações ordinárias.

O Artigo 30º, diz que sem prejuízo do dividendo obrigatório, a cada dois anos, a partir do exercício social de 2005, ou em menor periodicidade se a disponibilidade de caixa da Companhia o permitir, a empresa utilizará a reserva de lucros prevista no Artigo 28º do Estatuto para distribuição de dividendos extraordinários, até o limite de caixa disponível, conforme determinado pelo Conselho de Administração com observância do Plano Diretor da companhia e da política de dividendos prevista.

Isto posto, embora as ações preferenciais tenham um dividendo mínimo estabelecido estatutariamente, a empresa tem estendido às ações ordinárias igualdade de condições na distribuição de dividendos.



 


 

1.3.2     A Cemig tem montantes descontratados para os anos de 2007 e 2008, que estarão sujeitos à liquidação na CCEE?

 

A Cemig vendeu 355MWmédios no leilão de energia nova, em um contrato de 30 anos para entrega a partir de 2009. Para os anos de 2007 e 2008, parte desta energia foi vendida em contratos bilaterais e parte poderá ser liquidada na CCEE. Nas projeções de resultado da Companhia divulgadas em 09 de novembro de 2006, foram apresentados os preços médios de venda da geração da Cemig, que contemplam os preços de contratos bilaterais já firmados e estimativas de preços para novas contratações e renovações, bem como as estimativas de PLD – Preço de Liquidação de Diferenças, relativas às parcelas a serem liquidadas na CCEE. Para efeito de projeção de longo prazo, adotamos a premissa de reserva técnica de cerca de 100MWmédios, para cobrir riscos hidrológicos.



 


 

 

2.   Questões Operacionais

2.1   Balanço de Energia Elétrica

2.1.1   Onde encontro os Balanços de Energia Elétrica?

 Os balanços de energia elétrica, assim que divulgados, podem sempre ser encontrados na seção "Balanços de Energia Elétrica".


 

 2.1.2   Energia auto-produção, o que é?

Energia produzida para o seu próprio processo industrial. Alguns grandes consumidores, autorizados pela Aneel constroem usinas para atender ao próprio consumo. Essa energia pode substituir ou complementar o volume adquirido da distribuidora e os excedentes podem ser comercializados eventualmente e temporariamente, mediante autorização da ANEEL.



 

2.1.3   Energia Empresas Coligadas, quais são as empresas?

Sá Carvalho S/A, Usina Térmica Ipatinga S/A, Central Termelétrica de Cogeração S/A, Horizontes Energia S/A, Usina Hidrelétrica Pai Joaquim S/A e Rosal Energia S/A.


 

2.1.4  Take-Auto Produção, o que é?

A Cemig realizou, com os auto-produtores que construíram a Usina de Igarapava, um acordo chamado acordo operativo. Segundo esse acordo ela operaria a usina ficando com a energia produzida e em troca garantiria um montante contínuo de energia e potência (chamado take) aos auto-produtores no ponto de interligação da UHE de Igarapava com o Sistema Elétrico da Cemig.



 

2.1.5  a energia vendida pela Cemig D, por classe, no primeiro trimestre de 2013?

 

Consumo por Classe (1) MWh 1T13
Residencial 2.312.569
Industrial 951.943
Comércio, Serviços e Outros 1.441.254
Rural 632.817
Poder Público 208.265
Iluminação Pública 309.813
Serviço Público 304.326
Total 6.160.987

(1) Energia faturada mercado cativo.




 

2.1.6   Qual foi a energia vendida pela Cemig GT no primeiro trimestre de 2013?

 

Consumo por Classe (1) MWh 1T13
ACL – Clientes Livres 4.413.668
ACL – Comercializadora, Geradora 890.260
ACR – Distribuidoras 3.114.712
Total 8.418.640

(1) Energia faturada, em Minas Gerais e outros estados do Brasil.
ACL = Ambiente de Contratação Livre / ACR = Ambiente de Contratação Regulado




 

2.1.7   Qual a energia total distribuída da Cemig D, por trimestre, desde 2012?

 

TRIMESTRE CATIVO TUSD ENERGIA1 E.T.D2 TUSD DEMANDA3
1ºTri 12 5.960.739 4.901.610 10.862.349 26.000
2ºTri 12 6.106.014 5.019.684 11.125.698 27.003
3ºTri 12 6.184.961 5.114.481 11.299.441 27.162
4ºTri 12 6.347.722 4.897.434 4.897.434 27.234
1ºTri 13 6.160.987 4.585.608 10.746.595 27.571

(1) Montante em MWh. Refere-se à parcela de energia para cálculo dos encargos regulatórios cobrados dos clientes livres (parcela A)
(2) Montante em MWh. Energia total distribuída
(3) Montante em MW. Soma das demandas faturadas de TUSD, segundo as demandas contratadas (parcela B)



 

2.2   Produção e compra de energia

2.2.1    Qual a quantidade de energia comprada para revenda pela Cemig D?

Recurso GWh
até Março/14 até Março/13
Energia de Itaipu Binacional 1.541 2.047
PROINFA 144 148
Contratos de Cotas de Energia Nuclear (Angra I e II) 271 273
Contratos de Cotas de Garantia Física 1.756 1.740
Contratos Bilaterais anteriores à Lei nº 10.848/2004 438 420
Energia adquirida através de Leilões no Ambiente Regulado 2.885 2.797
Energia Liquidada no Mercado de Curto Prazo (CCEE) 1.264 274
TOTAL DE ENERGIA COMPRADA 8.299 7.699

 



 

 

2.2.2   Quando se encerram os contratos de compra de energia vigentes? Como são corrigidos os preços destes contratos?

Os contratos de compra de energia da Cemig-D, seus prazos de duração e índice de correção são:

  • CCEARs 2005 até Dez/2012 IPCA
  • CCEARs 2006 até Dez/2013 IPCA
  • CCEARs 2008 até Dez/2015 IPCA

Os contratos acima são resultados de leilões de energia existente. Os contratos resultados dos leilões de energia nova são:

  • CCEARs 2008 varia de 15 a 30 anos de duração IPCA
  • CCEARs 2009 varia de 15 a 30 anos de duração IPCA
  • CCEARs 2010 varia de 15 a 30 anos de duração IPCA

Os prazos variam de acordo com a fonte da energia: 15 anos para termo e 30 anos para hidro. Com relação aos contratos bilaterais:

  • Ponte de Pedra término do contrato somente em 2025 IGP-M
  • Capim Branco I 31/01/2016 IGP-M
  • Capim Branco II 20 anos a partir da data de entrega (até início de 2027) IGP-M

Outras Compras de Energia:

  • UHE Itaipu não há prazo para compra (compra compulsória) tarifa regulada indexada em US$
  • Proinfa não há contrato. Cemig-D paga como se fosse um encargo e recebe um montante de energia que supre o balanço.



 

2.2.3   A Cemig passará a comprar de alguma nova fonte de energia? Se sim, quanto e a qual preço?

A Cemig-D, pelas regras do novo modelo, compra somente via leilão regulado. As compras poderão ser feitas através de leilões de energia existente (A-1) ou leilões de energia nova (A-5 e A-3). A Cemig-D não pode definir a fonte da energia comprada. Esta decisão está a cargo do MME. A preocupação da Distribuidora está em assegurar o repasse dos custos de energia, através da otimização do seu portfólio dentro de limites de preços e volumes estabelecidos pela regulação setorial.



 

2.2.4   Qual a quantidade de energia comprada de Ponte de Pedra?

444.780 MWh / ano



 
 

2.2.5   Gostaria de saber qual a energia assegurada e a data de vencimentos das concessões das usinas da companhia?

Usina Capacidade instalada
(MW)
Energia
assegurada (1)
(média MW)
Início das operações Capacidade instalada
% do total
Data de expiração da concessão
ou da autorização
Participação
da CEMIG
Principais hidroelétricas
São Simão ** 1.710,00 1.281,00  1978  23,40% Janeiro de 2015 100%
Emborcação * 1.192,00 497,00 1982 16,31% Julho de 2025 100%
Nova Ponte 510,00 276,00 1994 6,98% Julho de 2025 100%
Jaguara 424,00 336,00 1971 5,80% Agosto de 2013 100%
Miranda 408,00 202,00 1998 5,58% Dezembro de 2016 100%
Três Marias 396,00 239,00 1962 5,42% Julho de 2015 100%
Volta Grande 380,00 229,00 1974 5,20% Fevereiro de 2017 100%
Irapé 360,00 206,30 2006 4,93% Fevereiro de 2035 100%
Aimorés 161,70 84,28 2005 2,21% Dezembro de 2035 49%
Salto Grande 102,00 75,00 1956 1,40% Julho de 2015 100%
Funil 88,20 43,61 2002 1,21% Dezembro de 2035 49%
Queimado 86,63 47,85 2004 1,19% Janeiro de 2033 83%
Sá Carvalho 78,00 58,00 1951 1,07% Dezembro de 2024 100%
Rosal 55,00 30,00 1999 0,75% Maio de 2032 100%
Itutinga 52,00 28,00 1955 0,71% Julho de 2015 100%
Amador Aguiar I 50,53 32,63 2009 0,69% Agosto de 2036 21,05%
Baguari 46,00 27,57 1960 0,65% Agosto de 2041 34%
Camargos 46,00 21,00 2007 0,63% Julho de 2015 100%
Amador Aguiar II 44,21 27,58 1999 0,60% Agosto de 2036 21,05%
Porto Estrela 37,33 18,60 2001 0,51% Julho de 2032 33,3%
Igarapava 30,45 19,72 1999 0,42% Dezembro de 2028 14,5%
Pai Joaquim 23,00 2,41 2004 0,31% Abril de 2032 100%
Piau 18,01 13,53 1946 0,25% Julho de 2015 100%
Gafanhoto 14,00 6,68 2001 0,19% Julho de 2015 100%
Cachoeirão 13,23 8,02 2008 0,18% Julho de 2030 49%
Paracambi 12,25 9,57 2012 0,17% Fevereiro de 2031 49%
Pipoca 9,80 5,83 2010 0,13% Setembro de 2031 49%
Peti 9,40 6,18 1946 0,13% Julho de 2015 100%
Poço Fundo 9,16 5,79 1949 0,13% Agosto de 2025 100%
Tronqueiras 8,50 4,14 1955 0,12% Julho de 2015 100%
Joasal 8,40 5,20 1950 0,11% Julho de 2015 100%
Salto Voltão 8,20 6,63 2001 0,11% Outubro de 2030 100%
Martins 7,70 2,52 1947 0,11% Julho de 2015 100%
Cajuru 7,20 3,48 1959 0,10% Julho de 2015 100%
São Bernardo 6,82 3,42 1948 0,09% Agosto de 2025 100%
Paraúna 4,28 1,90 1927 0,06% N/A 100%
Pandeiros 4,20 1,87 1957 0,06% Setembro de 2021 100%
Paciência 4,08 2,36 1930 0,06% Julho de 2015 Julho de 2015
Marmelos 4,00 2,88 1915 0,05% Julho de 2015 100%
Outras PCHs(3) 24,08 11,11 N/A 0,33% N/A N/A
Usinas termoelétricas
Igarapé 131,00 71,30 1978 1,86% Agosto de 2024 100%
Ipatinga 40,00 40,00 1986 (2) 0,57% Dezembro de 2014 100%
Barreiro 12,90 11,37 2004 0,18% Abril de 2023 100%
Usinas eólicas
Praias do Parajuru 14,11 4,11 2012 0,20% Setembro de 2032 49%
Praia de Morgado 14,11 6,47 2011 0,20% Dezembro de 2031 49%
Volta do Rio 20,58 9,02 2011 0,29% Dezembro de 2031 49%
Usinas Hidrelétricas Light
Fonte Nova 34,40 27,20 1940 0,49% Julho de 2029 32,47%
Paracambi 12,30 9,60 2012 0,17% Setembro de 2031 51,0%
Ilha dos Pombos 48,80 30,00 1924 0,69% Julho de 2029 32,5%
Nilo Peçanha 99,00 87,30 1940 1,41% Julho de 2029 32,5%
Pereira Passos 26,10 13,30 1962 0,37% Julho de 2029 32,5%
Santa Branca 14,60 8,30 1999 0,21% Julho de 2029 32,5%
Cachoeira da Lixa 14,80 8,26 2008 0,21% Dezembro de 2033 7,2%
Colino 1 11,00 7,34 2008 0,16% Dezembro de 2033 7,2%
Colino 2 16,00 10,49 2008 0,23% Dezembro de 2033 7,2%
TOTAL 7.023,66 4.279,27 100%

(1) Energia Assegurada significa a produção média de longo prazo da usina, conforme estabelecido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em conformidade com estudos conduzidos pela EPE. O cálculo da Energia Assegurada considera fatores como capacidade de reservatório e conexão a outras usinas de energia. Os contratos com consumidores finais e outras concessionárias não preveem valores superiores à Energia Assegurada à usina. A resolução MME 303/2004 alterou o termo de Energia Assegurada para Garantia Fiscal.
(2) Indica nossa data de aquisição.
(3) Corresponde a 17 Pequenas Centrais Hidrelétricas: Anil, Bom Jesus do Galho, Dona Rita, Jacutinga, Lages, Luiz Dias, Machado Mineiro, Pissarrão, Poquim, Rio de Pedras, Salto de Morais, Salto do Passo Velho, Salto do Paraopeba, Santa Luzia, Santa Marta, Sumidouro e Xicão.


 



 
 

2.3 Qual a quantidade de unidades consumidoras da Cemig nos três últimos anos? (posição: mês de dezembro)

Discriminação 2010 2011 2012
CEMIG Consolidado(1) 7.064.500 7.336.343 7.535.180
Residencial 5.774.879 5.862.612 6.032.910
Industrial 76.050 77.230 77.455
Comercial 609.266 670.102 690.692
Rural 532.776 653.657 660.138
Demais Classes 70.652 71.862 73.119
Consumo Próprio 826 821 810
ACL – Comercializadora, geradora 17 24 20
ACR – Distribuidora 34 35 36
CEMIG Distribuição – cativo 7.064.215 7.336.021 7.534.774
Residencial 5.774.879 5.862.612 6.032.910
Industrial 75.839 77.002 77.170
Comercial 609.243 670.067 690.627
Rural 532.776 653.657 660.138
Poder Público 58.646 59.630 60.457
Iluminação Pública 3.357 3.407 3.467
Serviço Público 8.649 8.825 9.195
Consumo Próprio 826 821 810
CEMIG GT Consolidado 263 300 384
ACL – Industrial 198 216 272
ACL – Comercial 19 30 61
ACL – Comercializadora, geradora 11 18 15
ACR – Distribuidora 35 36 36

(1) Empresas Cemig D, Cemig GT consolidado e Controladas


 



 
 

2.4.1   Qual a evolução do quadro de funcionários da Cemig desde 2005?

Ano Mês Cemig H Cemig GT Cemig D Total
2005 MARÇO 299 2.106 7.996  10.401
JUNHO 299 2.118 7.964  10.381
SETEMBRO 299 2.118 7.918  10.335
DEZEMBRO 301 2.102 7.833  10.236
2006 MARÇO 318 2.149 7.852  10.319
JUNHO 329 2.188 7.950  10.467
SETEMBRO 341 2.255 8.062  10.658
DEZEMBRO 338 2.256 8.064  10.658
2007 MARÇO 219 2.345 8.306  10.870
JUNHO 226 2.334 8.293  10.853
SETEMBRO 225 2.331 8.277  10.833
DEZEMBRO 225 2.276 8.317  10.818
2008 MARÇO 222 2.265 8.311  10.798
JUNHO 215 2.193 8.050  10.458
SETEMBRO 215 2.186 8.041  10.442
DEZEMBRO 225 2.166 8.031  10.422
2009 MARÇO 230 2.136 7.844  10.210
JUNHO 231 2.117 7.796  10.144
SETEMBRO 230 2.056 7.551  9.837
DEZEMBRO 244 2.041 7.461  9.746
2010 MARÇO 252 2.136 7.844  10.210
JUNHO 231 2.117 7.796  10.144
SETEMBRO 242 1.860 6.847  8.949
DEZEMBRO 229 1.823 6.807  8.859
2011 MARÇO 234 1.805 6.743  8.782
JUNHO 236 1.805 6.702  8.743
SETEMBRO 236 1.803 6.691  8.730
DEZEMBRO 233 1.798 6.675 8.706
2012 MARÇO 231 1.786 6.601 8.618
JUNHO 229 1.759 6.480 8.468
SETEMBRO 227 1.737 6.437 8.401
DEZEMBRO 229 1.724 6.415 8.368
2013 MARÇO 221 1.712 6.398 8.331
JUNHO 204 1.561 5.974 7.739

 

 

 

2.5.1  Tendo em vista o comunicado do dia 01 de julho de 2010, em que a Cemig, através de sua subsidiária integral a Cemig Telecom S.A, adquiriu 49% das ações ordinárias da Ativas Data Center S.A., gostaria de saber alguns detalhes técnicos sobre o Data-Center classificado na categoria “Tier III” (Uptime Institute), que esta sendo construído.

  • Tamanho do data-center (metros quadrados de piso elevado)
    1.500 m2 de área de piso elevado.
  • Numero de Racks na capacidade máxima
    375 racks.
  • Redundância (de fornecimento de Energia e de conexão com internet)
    Todos os subsistemas de fácilities (elétrico,mecânico e de refrigeração) são redundantes para garantir disponibilidade mínima de 99,98% - TIER III Certificado pelo Uptime Institute sendo o único data Center da America do Sul a obter tal selo; conexão com internet provida por 04 operadoras distintas.
  • Se ele vai ser usado como data-center exclusivo da CEMIG, ou se ele também será usado para armazenar informações de outros clientes.
    A Ativas é um data Center service provider que tem como clientes alvo as médias e grandes corporações e não foi concebida para ser o data Center exclusivo da CEMIG, pois trata-se de um provedor de serviços em TI que presta serviços ao mercado de uma forma geral.
  • Se vocês vão oferecer algum serviço de cloud-computing.
    Sim porém, serão oferecidos serviços baseados no conceito de nuvem para as médias e grandes corporações.
  • Se esse capex esperado de 50 milhões de dólares é o necessário apenas para colocar o Data-Center em funcionamento, ou se ele é o CAPEX total do projeto, que será gasto conforme o data-center for crescendo.
    Capex de US$ 50 MM não é o capex total do projeto, mas trata-se do capex inicial relacionado a construção deste site Tier III e necessário para “go live” previsto para o final de agosto/10; ao longo dos próximos 05 anos estão previstos investimentos em servidores e storage, que acontecerá de forma gradativa e associado às vendas dos serviços para os clientes.


 

2.5.2  Tendo em vista o Fato Relevante concernente a aquisição das participações da MDU nas empresas ENTE, ERTE e ECTE, publicado no dia 28 de outubro de 2009, gostaria de saber qual é o valor que a Cemig pretende desembolsar para essa aquisição.

O valor total deverá situar-se próximo de R$ 100 milhões (cem milhões de reais), a preços de 30/09/09. Entretanto, o valor final somente será  apurado na data de fechamento, após o exercício do direito de preferência pelos demais sócios. Oportunamente, a Cemig tornará público o valor final dessa aquisição.


 

2.5.3  Peço esclarecimento sobre o percentual do capital da Light S.A. que a Cemig estará adquirindo pelo preço de US$340.455.675,00 conforme mencionado no Fato Relevante, de 24 de março de 2010, caso a opção de venda mencionada seja exercida.

A Cemig, caso a opção de venda seja exercida, adquirirá a totalidade das cotas do fundo LUCE INVESTMENT FUND, que detém 75% (setenta e cinco por cento) das quotas do LUCE BRASIL FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES. Desta forma, a Cemig estará adquirindo 19.932.112 (dezenove milhões, novecentas e trinta e duas mil, cento e doze) ações ordinárias de emissão da Light S.A., representando 9,75% (nove vírgula setenta e cinco por cento) do seu capital total e votante pelo preço de US$340.455.675,00 (trezentos e quarenta milhões, quatrocentos e cinquenta e cinco mil, seiscentos e setenta e cinco dólares dos Estados Unidos da América), dos quais serão deduzidos os dividendos e juros sobre o capital próprio eventualmente pagos ou declarados pela Light S.A. a partir de 01/12/2009 até o exercício da opção, se houver.



 

2.6.1   Gostaria de saber quantas concessões tem a Cemig Distribuição, quando elas expiram e como serão renovadas.

A Cemig Distribuição tem quatro concessões de distribuição de eletricidade em Minas Gerais, representadas por quatro contratos de concessão (Oeste, Leste, Sul e Norte) . Esses contratos tem vencimento em 18 de fevereiro de 2016 e contém cláusula que prevê sua prorrogação pelo PODER CONCEDENTE pelo período de 20 (vinte) anos, mediante requerimento da CONCESSIONÁRIA.



 

3.   Questões Sobre Posição de Ações da Cemig

3.1   Quem é responsável pelo atendimento aos acionistas e onde este é realizado?

O atendimento aos acionistas da Cemig é realizado em qualquer agência do Banco Itaú-Unibanco S.A. distribuídas em todo o território nacional, que é a Instituição Financeira Depositária das Ações da Cemig.



 

3.2   Como posso saber minha posição em ações da Cemig?

Você dever dirigir-se a uma agência do Banco Itaú-Unibanco portando os seus documentos pessoais de identificação
(CPF, Documento de Identidade com Foto e Comprovante de Residência) e solicitar sua posição de ações de emissão da Cemig.

Caso seja correntista do Banco Itaú-Unibanco, a consulta poderá ser realizada por meio da Internet Banking no Link Investimentos, Ações, Posição de Ativos Escriturais.

Caso não seja localizada a posição de ações, o acionista deverá efetuar a atualização de seu cadastro por meio da própria Agência em formulário específico (ver item 3), devendo-se ainda encaminhar algum documento que comprove a aquisição/direito das ações (títulos, cautelas, extratos antigos ou conta de energia elétrica).



 

3.3   Como posso alterar os meus dados cadastrais?

O Acionista deve dirigir-se a uma Agência Itaú-Unibanco de sua preferência e preencher o formulário “Ficha Cadastral do Investidor” disponível na Rede de Agências Itaú-Unibanco, deverá assinar, reconhecer assinatura por autenticidade em cartório de notas e apresentar, quando pessoa física, cópias autenticadas de seus documentos de identificação (CPF, Documento de Identidade com Foto e Comprovante de Residência) ou quando pessoa jurídica, os documentos societários (Cartão CNPJ, Ata, Estatuto Social, Certidão de Breve Relato da Junta Comercial), acrescido do comprovante de dados bancários que irá centralizar o crédito de proventos que vierem a ser declarados (cópia do cartão do banco ou folha do talão de cheque).

As instruções quanto aos requisitos e documentos exigidos constam do próprio formulário.



 

3.4   Não consigo localizar minhas ações por meio do meu CPF. Como devo proceder?

Caso se dirija a uma agência do Banco Itaú-Unibanco, e após pesquisa não seja localizada a posição de ações da Cemig por meio do seu número de CPF, provavelmente o seu cadastro esteja desatualizado. Para que seja localizada a sua posição de ações será necessário além de atualizar seus dados cadastrais conforme descrito no item 3, também encaminhar junto ao processo algum documento que comprove a aquisição/direito das ações (títulos, cautelas, extratos antigos ou conta de energia elétrica). Após a atualização dos dados cadastrais e pesquisa, caso você detenha/tenha direito as ações da Cemig, você receberá automaticamente em sua residência um extrato de posição destas ações atualizadas.



 

3.5   Como recebo os dividendos declarados?

Os dividendos e/ou Juros sobre Capital Próprio podem ser recebidos a partir da data de início estipulada para início de pagamento, por meio de crédito em conta corrente do próprio titular (não permitido conta de terceiros) em qualquer instituição bancária integrante do sistema de compensação nacional.

Caso o acionista não possua dados bancários atualizados, o acionista deverá dirigir-se a uma Agência Itaú-Unibanco de sua preferência, solicitando alteração cadastral de dados bancários, conforme procedimentos descritos no item 3 e após a atualização o pagamento será realizado automaticamente nos dados bancários informados.

Para os acionistas que já possuem os dados bancários em seu cadastro de acionista, o pagamento dos dividendos é efetuado automaticamente na mesma data estipulada para início de pagamento.



 

3.6   Como faço para obter o Informe de Rendimentos Anuais para Declaração do imposto de Renda?

Caso não tenha recebido o informe de rendimentos anuais em seu endereço, deverá proceder a atualização de seus dados cadastrais conforme descrito no item 3, porém está a disposição em qualquer Agência Itaú-Unibanco a 2ª Via dos Informes de Rendimentos, bastando você estar munido de seus documentos de identificação (CPF e Documento de Identidade com Foto).



 

3.7   Como faço para atualizar minhas Cautelas em ações nominativas da Cemig?

As cautelas nominativas não tem mais validade, uma vez que foram convertidas em ações escriturais, porém poderá o acionista solicitar a posição atualizada destas ações em qualquer Agência Itaú-Unibanco de sua preferência. Caso não seja localizada a posição o acionista poderá solicitar a pesquisa das ações a partir da cautela apresentada, encaminhando também seus documentos de identificação (CPF, documento de identidade com Foto e comprovante de residência). Após a pesquisa o Banco Itaú-Unibanco S.A. irá enviar a posição atualizada.



 

3.8   Como faço para saber o valor das ações da Cemig?

Para consultar o valor das ações da Cemig, você poderá contatar uma Corretora de Valores Mobiliários de sua preferência ou acessar o site da Bovespa www.bovespa.com.br.



 

3.9   Como faço para comprar / vender ações da Cemig?

Para efetuar a compra ou venda de ações, você deverá escolher uma corretora de sua preferência e solicitar a negociação das ações por meio da Bolsa de Valores. Se preferir utilizar a Corretora Itaú-Unibanco, poderá também dirigir-se a uma Agência Itaú-Unibanco de sua preferência munidos de seus documentos de identificação pessoal (CPF, Documento de Identidade com Foto e Comprovante de Residência), porém deverá antecipadamente verificar e confirmar a existência das ações em seu nome.

 

Perguntas anteriores a 2008

1. Questões financeiras


 

2. Questões Operacionais

 

1.   Questões Financeiras

1.1   Taxas e impostos

1.1.1   Ocorreu uma redução na alíquota da COFINS no 2º trimestre de 2005?

Não. Entretanto, deve ser ressaltado que a Companhia efetuou um ajuste, no 2º trimestre de 2005, na despesa com COFINS referente ao 1º trimestre de 2005. Este ajuste representou uma redução na despesa reconhecida originalmente no 1º trimestre no valor de R$44.616 mil. Desta forma, para efeito de cálculo da alíquota efetiva da COFINS no 1º trimestre de 2005, deve ser excluído do total das despesas o valor do ajuste acima mencionado.



 

1.1.2   Qual é o valor da taxa de licenciamento para uso ou ocupação das faixas de domínio das rodovias - TFDR e quando será contabilizada?

O Conselho de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig, em reunião realizada dia 27/10/2005, autorizou o recolhimento ao Estado de Minas Gerais do montante de, aproximadamente, R$26 milhões relativo à taxa de licenciamento para uso ou ocupação das faixas de Domínio das Rodovias - TFDR. O valor acima está sendo contabilizado no resultado do 3o trimestre de 2005 a título de despesa operacional.

Informamos, ainda, que a Cemig esta negociando com a ANEEL o repasse para a tarifa dos custos relativos a esse valor.



 

1.1.3   Qual o impacto, na Cemig, da decisão do STF relativo à base de cobrança de PIS/PASEP e COFINS?

A Lei nº 9.718, de 27/11/1998, alterou a legislação federal, relativamente às contribuições PIS/PASEP e COFINS, ampliando a base de cálculo das aludidas contribuições, dispondo como faturamento, a receita de vendas de mercadorias e prestação de serviços e equiparando-o à receita bruta, ou seja, a integralidade das receitas, inclusive, receitas financeiras.

A Lei entrou em vigor na data de sua publicação (28/11/1998), portanto, sem a existência de suporte constitucional, devido ao fato de que a Emenda Constitucional nº 20, ser datada de 15/12/1998. Desta forma, no momento em que foi criada não se adequava aos mandamentos constitucionais que regulavam a sua produção e seu conteúdo.

Com o advento da Lei nº 10.637, de 30/12/2002 que dispôs sobre a não-cumulatividade do (PIS/PASEP) e a Lei nº 10.833, de 29/12/2003 sobre a não-cumulatividade da COFINS, a composição das bases de cálculos foram reafirmadas e suportadas pelo texto constitucional, em vigor, ficando sem respaldo, no entanto, o período de vigência da Lei nº 9.718/98.

O impacto líquido desta ação representa R$134.768.044,98, considerando atualização dos créditos da contribuição da COFINS e PASEP sobre a Receita Financeira até 31/10/2005, deduzidos dos efeitos da tributação pelo IRPJ e CSLL desses valores, sendo:

 

Tributo Contribuição Histórica Contribuição Atualizada Período
COFINS R$111.826.345,49 R$178.463.629,04 fev/1999 a jan/2004
PASEP R$14.955.490,38 R$25.730.378,50 fev/1999 a nov/2002
IRPJ/CSLL R$(69.425.962,56)
Impacto Líquido R$134.768.044,98

 

De forma imediata, contudo, a decisão de 09 de novembro somente beneficia as empresas autoras dos recursos extraordinários já julgados, embora o caminho para aqueles que possuem ações pendentes, bem como os contribuintes que ainda pretendem iniciar a ação no Judiciário, deva ser de êxito.

A Cemig entrou com processo na justiça em 8 de junho de 2005 e estamos aguardando a decisão judicial para realizar as devidas compensações e o registro contábil desses efeitos.


 

 

1.2.1  Como reconciliar o valor do EBITDA divulgado, utilizando-se apenas os valores do terceiro trimestre?

 

Até junho a atualização financeira da provisão de RTE era contabilizada como Custos/Despesas Operacionais e, a partir de agosto passou a ser contabilizada como Despesa Financeira.

Visando demonstrar o cálculo do EBITDA do terceiro trimestre de 2006, complementarmente às informações veiculadas na nota explicativa número 2, informamos que foram reclassificados os valores contabilizados no primeiro e segundo trimestres de 2006 referentes à Provisão para Perdas na Recuperação dos valores da RTE, no montante de R$47.149 mil, para a Despesa Financeira. Desta forma o EBITDA isolado do terceiro trimestre de 2006, ajustando-se o EBITDA acumulado de janeiro a junho de 2006, pode ser calculado conforme tabela a seguir:

EBITDA (procedimento de cálculo não revisado pelos auditores independentes)

 

EBITDA - R$ mil 30/09/2006 30/06/2006
ajustado
NO 3º TRIMESTRE
Lucro Líquido 1.113.267 665.077 448.190
+ Provisão IR e C.Social Correntes e Diferidos 456.121 255.611 200.510
+ Resultado não Operacional 13.005 19.971 (6.966)
+ Resultado Financeiro 208.082 170.620 37.462
– Reversão de Juros s/ Capital Próprio (169.067) (169.067)
+ Amortização e Depreciação 479.389 302.812 176.577
+ – Participação de Minoritários 1.437 (143) 1.580
= EBITDA ajustado 2.102.234 2.394.124 857.353
+ Variações financeiras prov. RTE 1º semestre     47.149
= EBITDA sem ajuste     904.502

 



 

 

1.3.1   Ainda não ficou claro, após a Vídeo Webcast de hoje sobre o Resultado 2007, se a taxa interna de retorno de 14,48%, referente ao investimento na participação dos empregados, que levou à extinção da gratificação especial de 16,67%, depende do Programa de Prêmio por Desligamento – PPD para ser alcançada. Peço esclarecer.

 

A TIR de 14,48% não depende do Programa de Prêmio por Desligamento. Este retorno foi calculado considerando-se um turnover histórico médio da Cemig de 300 empregados/ano que serão repostos sem o custo de 16,67% sobre o seu salário base. O PPD irá apenas acelerar este turnover nos próximos 3 anos, contribuindo ainda mais com o retorno mencionado.


 

 

2.   Questões Operacionais

2.1.1   Cemig tem participação em Capim Branco I. A companhia compra o restante de energia? Qual item do balanço energético corresponde à energia de Capim Branco referente à participação Cemig?

A participação é de 21,0526%. Não, o restante de energia é utilizada no próprio processo industrial dos outros consorciados. Capim Branco I entrou em operação comercial em 21 de fevereiro de 2006, portanto, não está no Balanço energético de 2005.


 

2.1.2  Qual é o programa de investimento (CAPEX) para Capim Branco I, Capim Branco II, Aimorés e Irapé?

 

Usina Valores planejados (em Reais mil e moeda corrente)
  2005 2006 2007
Capim Branco I 9.943 4.545 28
Capim Branco II 11.780 9.835 3.056
Aimorés 84.746    
Irapé 344.700 12.737 3.700

 



 

 

2.1.3  Por que o volume de perdas da Cemig passou de 676 GWh no primeiro trimestre de 2005 para 1.285 GWh no primeiro trimestre de 2006?

Houve um aumento das perdas, no período, devido à migração de clientes cativos da Cemig para o mercado livre e à metodologia como são calculadas as perdas. A seguir explicamos com mais detalhes:
- A determinação das perdas se dá pela diferença entre os RECURSOS (Energia Medida) e os REQUISITOS (Energia Faturada).
- Nos meses de Janeiro e Fevereiro de 2005, verificou-se a migração em massa de clientes cativos da Cemig para o mercado livre, o que levou a uma redução dos recursos da Distribuidora. 
- Em obediência às regras definidas pelo Novo Modelo do Setor Elétrico, tais unidades consumidoras passaram a ser faturadas dentro do mês calendário, conseqüentemente, houve um faturamento remanescente desses clientes que, somados ao consumo normal registrado nos meses (Janeiro/Fevereiro), implicou um aumento no faturamento no período que, por sua vez, contrapondo a redução dos recursos já citada, resultou em uma redução das perdas nesses meses.
Pode-se notar que as perdas calculadas no primeiro trimestre de 2005 ficaram bem abaixo dos valores verificados nos trimestres seguintes em função do citado processo de faturamento. Como neste primeiro trimestre de 2006 tal fato não se repetiu, entendemos que o montante de perdas totais na rede de distribuição se verificou dentro dos padrões esperados, compatível com os três últimos trimestres de 2005, conforme o esperado.
 

2.1.4   Como foi sazonalizada a energia da geração Cemig em 2006?

A energia assegurada total da corporação Cemig (serviço público + produção independente) foi sazonalizada em 2006 alocando-se 47% no primeiro semestre e 53% no segundo semestre do ano.

 
2009-06-10T14:03:27
2009-08-26T17:18:39